É urgente educar para a Inovação
- 23 de jan. de 2020
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Atualizado: 10 de mar.
Vivemos num tempo em que as mudanças tecnológicas e sociais acontecem a uma velocidade sem precedentes. Aquilo que hoje é novidade, amanhã pode já estar ultrapassado. Como agentes educativos, pais, professores, escolas, laboratórios de aprendizagem ou organizações, temos uma responsabilidade inadiável: preparar as novas gerações para um mundo em constante transformação. E isso só é possível se educarmos para a inovação.
Educar para a inovação não significa apenas ensinar crianças e jovens a usar ferramentas digitais ou tecnologias avançadas. Significa, sobretudo, desenvolver formas de pensar, de observar o mundo, de identificar problemas e de criar soluções. Significa cultivar mentalidades flexíveis, curiosas e resilientes, isto é, características que permitirão aos adultos de amanhã navegar com confiança num cenário global cada vez mais complexo.
Mas, antes de tudo, vale a pena refletir sobre a palavra inovador. Um inovador não é apenas alguém que inventa algo novo. É alguém que desenvolveu as suas habilidades, inteligência, criatividade e sensibilidade, usando-as para melhorar processos, resolver desafios e propor abordagens originais. Um inovador é, essencialmente, alguém que olha para o mundo com um misto de curiosidade e inconformismo, alguém que acredita que as coisas podem ser diferentes e que decide agir para que isso aconteça.
Para cultivar este tipo de pensamento desde cedo, existem oito características fundamentais que devem ser trabalhadas de forma contínua:
Para se fazer uso de um raciocínio de inovador existem 8 características fundamentais:
Empatia
Encontrar problemas
Ser capaz de arriscar
Trabalhar em rede
Observar
Criar
Resiliência
Refletir














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